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homem furta celular de funcionária de quitanda, retorna minutos depois, devolve e paga R$ 200 alegando 'empréstimo'

Homem tentou justificar o ato dizendo que precisava de um código para sacar dinheiro. Momento foi flagrado por câmeras do estabelecimento, em Itápolis (SP).

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Um homem foi flagrado por câmeras de segurança furtando o celular de uma funcionária de uma quitanda nesta segunda-feira (2), em Itápolis, no interior de SP. Minutos depois, ele retornou ao local, devolveu o aparelho e ainda entregou R$ 200 à vítima.

Nas imagens, o homem aparece pegando o celular, que estava ao lado do caixa, às 11h18, e saindo da loja. Cerca de 20 minutos depois, às 11h40, ele retorna com o aparelho e um maço de dinheiro, abordando duas funcionárias.

No vídeo, que possui áudio, é possível ouvir o homem tentando justificar o furto. (Veja no início da matéria). Ele afirma à funcionária que pegou o celular para obter um código necessário para fazer uma retirada de dinheiro. A vítima, porém, não aceita a justificativa.

“Eu não roubei… emprestei. Tava pra tirar um dinheiro, e eu precisava de uma senha e não tenho celular. Você me desculpa”, diz o homem. “Não existe isso”, responde a mulher. (Transcrição de parte da conversa abaixo).
  • Homem: “Eu vi que você tava com o celular, correto? Pra mim tirar um dinheiro, certo? Só (inaudível).. Não roubei… Emprestei”.
  • Mulher: “Ah como você… (inaudível)... emprestou?”.
  • Homem: “…Espera que eu vou te falar. Tava pra tirar um dinheiro, correto? E eu precisava de uma senha e não tenho celular... Você me desculpa”.
  • Mulher: “Não... Não existe isso”.
  • Homem: “Você me desculpa (2 vezes)”.
  • Mulher: “Não existe isso”.
  • Homem: “Escuta… Eu sei que não existe, mas eu precisava”.
  • Homem: “Eu tô te pagando”.

Ao final da conversa, ele devolve o aparelho, entrega duas notas de R$ 100 à vítima e deixa o local.

A funcionária disse à TV TEM que chegou a procurar a polícia, mas foi informada de que não seria possível registrar boletim de ocorrência, já que o celular foi devolvido.

Em nota, a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP) informou que a vítima não procurou a polícia para registrar a ocorrência.

A pasta ressaltou que o registro do boletim de ocorrência, seja presencialmente nas unidades policiais ou por meio da Delegacia Eletrônica, é fundamental para a apuração dos fatos e para o mapeamento das áreas com maior incidência criminal.

Segundo a SSP-SP, com base nessas informações, as forças de segurança reorientam o policiamento ostensivo nas vias públicas, com o objetivo de coibir práticas criminosas.

 
FONTE/CRÉDITOS: G1
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