Conforme o JC/JCNET vem noticiando, tanto a Delegacia de Homicídios de Bauru quanto o Setor Especializado de Combate aos Crimes de Corrupção, Crime Organizado e Lavagem de Dinheiro (Seccold) da Polícia Civil destacam que se formou na Apae, naquela época, uma quadrilha que resultou em disputa de poder na instituição. Esses desvios foram cometidos, segundo o Seccold, por Claudia Regina Lobo (R$ 1,8 milhão), Roberto Franceschetti Filho (R$ 5,8 milhões), assim como outros acusados. A investigação apontou que os suspeitos se referiam aos valores como “adiantamento a fornecedores”.
A reportagem acionou advogados de alguns dos réus e aguarda posicionamento. Roberto trocou de representantes de defesa e, por este motivo, eles ainda não foram localizados pelo JCNET. O espaço permanece aberto para manifestações.
Relembre o caso
De acordo com o Seccold, os crimes envolveram superfaturamento de contratos, emissão de notas frias, pagamento de salários a funcionários fantasmas, empréstimos de dinheiro da entidade a terceiros com cobrança de juros, uso de conta paralela para movimentação de recursos e transferências lançadas na contabilidade como bonificações ou “adiantamentos a fornecedores”.
Comentários: