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Réu no rombo na Apae, Roberto e 25 pessoas são ouvidas no Fórum

Ele acompanha presencialmente audiência da 1ª Vara Criminal de Bauru sobre desvios de ao menos R$ 7,5 milhões

Réu no rombo na Apae, Roberto e 25 pessoas são ouvidas no Fórum
Divulgação ao JCNET
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Conforme o JC/JCNET vem noticiando, tanto a Delegacia de Homicídios de Bauru quanto o Setor Especializado de Combate aos Crimes de Corrupção, Crime Organizado e Lavagem de Dinheiro (Seccold) da Polícia Civil destacam que se formou na Apae, naquela época, uma quadrilha que resultou em disputa de poder na instituição. Esses desvios foram cometidos, segundo o Seccold, por Claudia Regina Lobo (R$ 1,8 milhão), Roberto Franceschetti Filho (R$ 5,8 milhões), assim como outros acusados. A investigação apontou que os suspeitos se referiam aos valores como “adiantamento a fornecedores”.

A reportagem acionou advogados de alguns dos réus e aguarda posicionamento. Roberto trocou de representantes de defesa e, por este motivo, eles ainda não foram localizados pelo JCNET. O espaço permanece aberto para manifestações.

Relembre o caso

Investigações do Seccold apontaram que, em cinco anos, ao menos R$ 7,5 milhões foram desviados dos cofres da Apae Bauru. Além de Roberto e Letícia, outros sete réus respondem no processo, a maior parte deles familiares de Claudia, supostamente beneficiados pelos desvios. Eles são acusados de organização criminosa, peculato e lavagem de dinheiro.

De acordo com o Seccold, os crimes envolveram superfaturamento de contratos, emissão de notas frias, pagamento de salários a funcionários fantasmas, empréstimos de dinheiro da entidade a terceiros com cobrança de juros, uso de conta paralela para movimentação de recursos e transferências lançadas na contabilidade como bonificações ou “adiantamentos a fornecedores”.

FONTE/CRÉDITOS: Jcnet (Por Bruno Freitas | da Redação)
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