Uma mulher de 41 anos morreu na tarde desta quarta-feira (29) após ter o intestino perfurado durante uma colonoscopia no Hospital Municipal Doutor Alípio Corrêa Netto, em Ermelino Matarazzo, na zona leste de São Paulo.
Vítima teve complicação durante exame de rotina, passou por cirurgia de emergência, mas morreu. A morte foi confirmada pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo.
Apuração interna foi aberta, informou a Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo. Em nota enviada à reportagem, o órgão lamentou a morte e disse que apura o caso junto ao chefe de endoscopia e cirurgia do hospital.
A colonoscopia é um exame endoscópico realizado com um microtubo, com uma câmera na ponta, que é introduzido pelo ânus. Ele analisa o reto, intestino grosso e a porção final do intestino delgado. Com as imagens, o médico consegue avaliar se há tumores, sangramentos ou outros problemas naquela região.
Normalmente, o exame se torna de rotina para pacientes a partir dos 45 anos que querem rastrear cânceres colorretais. Quando aponta normalidade, ele só deve ser feito a cada cinco ou 10 anos, a depender do paciente.
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