Até outubro, o risco de queimadas em São Paulo é alto por causa da falta de chuva e do ar muito seco. Nessa época, qualquer faísca — como uma fogueira, um balão ou uma bituca de cigarro jogada no chão — pode começar um grande incêndio na vegetação.
Neste período, o Governo de São Paulo, em parceria com a Polícia Militar Ambiental, os bombeiros, a Defesa Civil do Estado e outros órgãos ambientais, intensifica as ações da Operação São Paulo Sem Fogo em todas as regiões, equipando e treinando unidades especializadas no combate ao fogo. Para reduzir ainda mais os riscos de acidentes dessa natureza, a cooperação da população é essencial.
A melhor forma de combater um incêndio é não deixar ele acontecer. Mais do que o trabalho dos bombeiros, a segurança de todos depende da atenção e das atitudes de cada morador.
É preciso evitar qualquer ação que possa provocar fogo, como a queima de lixo e resíduos, o uso de fogo para limpeza e terrenos de descarte de cigarros em áreas de vegetação.
A maior parte dos incêndios florestais não tem origem natural. Hábitos cotidianos, descuidos e atividades que envolvem fontes de calor podem provocar focos que, em condições de tempo seco, ganham força e avançam rapidamente.
Cigarros, fósforos, churrasqueiras, fogueiras e velas podem provocar incêndios quando utilizados próximos à vegetação seca. Cinzas de fogões a lenha e churrasqueiras também exigem cuidado, pois podem manter brasas ativas mesmo quando aparentam estar frias.
Para orientar a população, o Governo de São Paulo disponibiliza um site com dicas, informações e recomendações: spsemprealerta.sp.gov.br. O site reforça que a prevenção é uma responsabilidade compartilhada e que atitudes simples podem fazer a diferença para proteger vidas, preservar áreas naturais e evitar prejuízos ambientais e econômicos.
O Governo de São Paulo lembra: Para evitar incêndios, você não precisa ser bombeiro. Só precisa ser consciente.
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