O ano de 2025 foi o terceiro mais quente já registrado no mundo, de acordo com o serviço climático da União Europeia, o Copernicus Climate Change Service (C3S). As temperaturas médias globais no período de 2023 a 2025 ultrapassaram 1,5°C acima dos níveis pré-industriais (1850–1900), marcando a primeira vez que essa marca é superada por três anos consecutivos.
No Brasil, esse aquecimento global ficou sentido no aumento de ondas de calor, secas em algumas regiões e temperaturas acima da média histórica em diversas capitais, reflexos de um clima mais quente e instável. Especialistas apontam que eventos como calor extremo afetam a saúde, a agricultura e o consumo de energia, e vêm sendo monitorados por órgãos oficiais como o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que registraram 2025 como um dos anos com maiores médias térmicas no país.
Esse cenário de aquecimento contínuo ilustra as mudanças climáticas em curso e reforça a necessidade de políticas públicas e ações para mitigar seus impactos no cotidiano das populações.
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