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São Paulo registra 14º caso de sarampo no ano; paciente é bebê

A dose zero não substitui as doses previstas no Calendário Nacional de Vacinação

São Paulo registra 14º caso de sarampo no ano; paciente é bebê
Tânia Rêgo/Agência Brasil/Arquivo
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A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo confirmou nesta terça-feira (28) um novo caso de sarampo na capital paulista. Trata-se de um bebê com menos de 1 ano, sem histórico de vacinação, residente da zona norte.

Com isso sobe para 14 o número de casos de sarampo no estado em 2026. Durante todo o ano passado foram registrados dois casos em território paulista.

O sarampo é uma doença viral contagiosa, transmitida pelo ar, especialmente em ambientes fechados e com grande circulação de pessoas. Os principais sintomas incluem febre alta, tosse, coriza, conjuntivite e manchas avermelhadas na pele, que geralmente surgem entre 7 e 14 dias após a exposição.

A Secretaria da Saúde reforça a recomendação da aplicação da dose zero da vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) para bebês de 6 meses a 11 meses e 29 dias residentes nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo.

A dose zero não substitui as doses previstas no Calendário Nacional de Vacinação. A criança deve seguir o esquema vacinal de rotina, com a primeira dose da vacina tríplice viral aos 12 meses e a segunda, preferencialmente com a vacina tetraviral (que inclui varicela), aos 15 meses.

Crianças, adolescentes e adultos que não tenham recebido as doses indicadas devem procurar a unidade de saúde mais próxima para atualizar a caderneta.

Vacinação

Diante do aumento de casos na Grande São Paulo, de 3 de agosto até 1º de setembro, pessoas que tenham entre 6 meses e 59 anos de idade poderão se vacinar contra o sarampo na capital paulista, em São Bernardo do Campo e em Guarulhos, independentemente de terem sido vacinadas antes. Não será necessário comprovar histórico vacinal anterior.

A recomendação é que todas as pessoas de seis meses a 59 anos recebam o imunizante, mesmo se o esquema de duas doses da tríplice viral estiver completo. A orientação também se estende a pessoas que trabalham nas três cidades.

Em 2026, a cobertura vacinal para a primeira dose da tríplice viral é de 77,5% e a segunda de 65,5%. A meta nas duas doses é de 95%.

  • Dose zero: crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias.
  • Qualquer pessoa de 6 meses a 59 anos, independentemente do histórico vacinal (a partir de 3 de agosto).

- Rotina - demais municípios brasileiros

  • O esquema vacinal recomendado pelo Ministério da Saúde prevê duas doses: a primeira aos 12 meses, com a vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), e a segunda aos 15 meses, com a tetraviral (que inclui varicela).
  • Pessoas de 1 a 29 anos devem ter duas doses da tríplice viral, enquanto adultos de 30 a 59 anos devem ter pelo menos uma. Profissionais de saúde precisam comprovar duas doses independentemente da idade.
FONTE/CRÉDITOS: Jcnet (Por Patrícia Pasquini | da Folhapress)
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