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Mulher é presa em Pirajuí por vender canetas emagrecedoras sem registro

Após a formalização dos atos de polícia judiciária, a indiciada foi encaminhada à Cadeia Pública de Avaí/SP, onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário

Mulher é presa em Pirajuí por vender canetas emagrecedoras sem registro
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A ação decorreu de informações previamente recebidas pelo Setor de Investigações Gerais (SIG) da Delegacia de Polícia de Pirajuí, as quais indicavam a atuação da investigada na venda de substâncias utilizadas para emagrecimento.

Policiais civis da Delegacia de Polícia de Pirajuí/SP efetuaram, na manhã desta quarta-feira (15), a prisão em flagrante de uma mulher com várias ampolas do remédio para emagrecimento Tirzepatida, além de dinheiro. Ela foi autuada por comercializar medicamento sem o registro no órgão de vigilância sanitária competente, crime previsto no artigo 273, §1º-B, inciso I, do Código Penal.

A ação decorreu de informações previamente recebidas pelo Setor de Investigações Gerais, as quais indicavam a atuação da investigada na venda de substâncias utilizadas para emagrecimento, notadamente o produto conhecido como “Mounjaro”. Notícia mais recente apontou que, na data mencionada, por volta das 10h00, seria realizada uma entrega nas proximidades de uma agência bancária da cidade, com indicação do veículo utilizado.

Diante disso, foi realizada diligência de monitoramento no local, ocasião em que os agentes identificaram o automóvel vinculado à investigada e, na sequência, procederam à abordagem no interior da agência bancária, onde ela se encontrava portando uma sacola, em circunstâncias compatíveis com a dinâmica previamente informada.

Durante a busca pessoal, foram apreendidas duas caixas do medicamento Tirzepatida, contendo ao todo oito ampolas, além da quantia de R$ 1.485,00 em espécie, em notas fracionadas, e material destinado à manutenção da refrigeração do produto. Também foi arrecadado aparelho celular da conduzida, o qual será submetido à análise pericial mediante autorização judicial.

Em interrogatório formal, a autuada, regularmente cientificada de seus direitos, confessou que adquiriu os medicamentos de fornecedor localizado na cidade de São Paulo, com a finalidade de revenda, tendo se deslocado até o recinto da abordagem para concretizar a entrega a terceira pessoa, mediante pagamento eletrônico.

Apurou-se, ainda, que os produtos apreendidos não possuem registro, notificação ou cadastro perante a ANVISA, estando sujeitos a medidas de apreensão e proibição de comercialização, nos termos da Resolução-RE nº 214/2026, o que reforça a materialidade delitiva em tese.

Após a formalização dos atos de polícia judiciária, a indiciada foi encaminhada à Cadeia Pública de Avaí/SP, onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário para audiência de custódia.

A Polícia Civil reforça em nota o seu compromisso com a proteção da saúde pública e orienta a população a não adquirir medicamentos de procedência duvidosa ou sem registro nos órgãos competentes.

FONTE/CRÉDITOS: Jornalismo 90.1 FM
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