Uma corrida comum virou história de comédia policial quando a motorista de aplicativo Ana Luiza Alves descobriu, durante uma viagem em 4 de dezembro, que a passageira no banco de trás era foragida da Justiça.
No trajeto, a cliente percebeu a câmera instalada no carro e passou a questionar a gravação. Ana explicou que o equipamento era usado por segurança e garantiu que não divulgaria imagens da passageira. A resposta não convenceu. A mulher insistiu, reclamou do tom da motorista e chegou a acusá-la de "debochada" e de querer produzir conteúdo para a internet.
A discussão ganhou outro nível quando a passageira revelou ser foragida e ainda fez ameaças. O clima ficou tenso, até que o destino da corrida trouxe uma feliz coincidência: o local estava cercado por policiais. O carro foi abordado, a passageira desceu para averiguação, e Ana aproveitou para relatar tudo aos agentes antes de seguir viagem.
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