Nessa segunda-feira (23), o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, determinou que verbas indenizatórias pagas a membros do Judiciário e do Ministério Público só poderão ser mantidas se estiverem previstas em lei aprovada pelo Congresso Nacional. A decisão fixa prazo de 60 dias para que tribunais e MPs estaduais suspendam pagamentos baseados em normas locais.
O ministro também estabeleceu 45 dias para interromper benefícios criados por decisões administrativas ou atos normativos secundários. Após esses prazos, pagamentos em desacordo com a ordem poderão resultar em apuração disciplinar e penal, além da devolução dos valores.
A medida segue linha semelhante à adotada pelo ministro Flávio Dino, que já havia determinado a revisão e suspensão de benefícios considerados ilegais e proibido a edição de novos atos que ampliem esses pagamentos. O plenário do STF deve analisar as decisões nesta quarta-feira (25).
Com informações do g1
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