Dos 25 convocados por Carlo Ancelotti em sua primeira lista como treinador da seleção brasileira, onze disputaram a Copa do Mundo de Clubes. É praticamente metade dos seus eleitos contra Equador e Paraguai. A um ano da Copa de seleções, importante entender como foi o desempenho dos que podem voltar aos Estados Unidos daqui a um ano, para tentar o hexacampeonato mundial.
O maior destaque, Marquinhos, capitão do Paris Saint-Germain, segundo brasileiro a levantar com a braçadeira a taça de vencedor da Liga dos Campeões. A grande decepção, Vinicius Júnior.
Quem é quem
Marquinhos foi o capitão do Paris Saint-Germain em cinco das seis partidas que levaram o campeão da Europa à finalíssima. Não falhou em nenhum jogo e não estava em campo no gol de Igor Jesus, do Botafogo, único gol sofrido pelo PSG na campanha. Seu companheiro de clube e seleção, o também zagueiro Beraldo, foi titular contra o Real Madrid. Muito bem. Mas estava na jogada contra Igor Jesus, do Botafogo. Entrou no segundo tempo contra o Bayern. Marquinhos, nota 8. Beraldo, 6,5.
Os rubro-negros foram quatro. Gerson jogou bem todos os três jogos em que esteve em campo, fez um gol e deu esperança contra o Bayern, foi poupado do empate contra o Los Angeles. Léo Ortiz não comprometeu, mas não brilhou. Danilo foi muito bem contra o Chelsea, fez gol, mas acabou preterido no jogo decisivo, contra o Bayern. Wesley falhou contra o Chelsea e não foi brilhante em nenhum dos outros jogos. Gérson, nota 7, Léo Ortiz 5, Danilo 5,5, Wesley, 5.
O lateral-esquerdo Carlos Augusto é excelente coadjuvante. Assim se comportou na Copa do Mundo de Clubes, tanto quanto na campanha do vice-campeonato da Champions League, pela Internazionale. Foi titular e correto nas atuações contra Monterrey e Urawa. Reserva, mas entrando sem comprometer durante os jogos contra River Plate e Fluminense. Não espere por brilho. Nota 6.
Os garotos. Estêvão vai embora do Palmeiras sem fazer gols em clássicos, mas jogou bem contra o Porto e fez o gol da esperança contra o Chelsea. Fez tudo o que podia. Andrey Santos, ex-Vasco, emprestado pelo Chelsea ao Racing Strasbourg na temporada passada, agarrou as chances dadas por Enzo Maresca. Jogou muito bem contra o Palmeiras. Entrou no segundo tempo contra o Espérance e contra o Fluminense. Sempre jogando bem. Estêvão, nota 7. Andrey Santos, nota 7
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