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Bauru: preso suspeito de armazenar e vender combustíveis em casa

No total, foram apreendidos 60 litros de álcool acondicionados em 3 galões de 20 litros cada e 32 litros de gasolina, acondicionados em 3 galões de 4 litros e um de 20 litros

Bauru: preso suspeito de armazenar e vender combustíveis em casa
Polícia Civil/Divulgação
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Um homem de 52 anos foi preso em flagrante por policiais civis do Setor de Investigações Gerais (SIG) da Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Bauru, nesta sexta-feira (12), suspeito de revender combustíveis que estavam armazenados de forma irregular em sua residência, no Núcleo Habitacional Nobuji Nagasawa. Ele pagou a fiança arbitrada no valor de R$ 1,6 mil e irá responder pelo crime em liberdade.

De acordo com a Polícia Civil, o SIG da CPJ recebeu, nos últimos dias, diversas denúncias de que o homem estaria guardando e vendendo combustíveis na sua casa. Visando confirmar a veracidade das informações, uma equipe realizou diligências e apurou que o suspeito abastecia veículos na frente do seu imóvel, usando mangueira e galões. Os policiais civis chegaram a flagrar uma dessas situações.

Com mandado de busca judicial em mãos, nesta sexta, equipe do SIG foi até o endereço e encontrou, nos fundos e dentro da residência, vários galões de combustível. No total, foram apreendidos 60 litros de álcool acondicionados em 3 galões de 20 litros cada e 32 litros de gasolina, acondicionados em 3 galões de 4 litros e um de 20 litros, além de mangueira transparente usada nos abastecimentos.

Segundo a polícia, o investigado admitiu que comprava o combustível de forma clandestina de uma pessoa, em recipientes improvisados, e disse acreditar que tratava-se de "restos de tanques". Pelo litro da gasolina, ele alegou pagar R$ 4,00 e, pelo litro de álcool, R$ 2,60. Ele também alegou que o produto era usado para abastecer quatro carros da família, eventualmente na rua, negando a revenda.

Ainda conforme a polícia, o homem também confessou que chegou a comprar 400 litros de combustíveis em um mês e que tinha consciência do perigo que ele, sua família e vizinhos corriam. Ele foi preso em flagrante por armazenar irregularmente produto ou substância tóxica, perigosa ou nociva à saúde humana ou ao meio ambiente e liberado após fiança. Amostras dos produtos foram encaminhadas para perícia.

FONTE/CRÉDITOS: Jcnet (Por Lilian Grasiela | da Redação)
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