O São Paulo pediu quase R$ 200 milhões à BYD pelos naming rights do estádio do Morumbi.
A montadora chinesa e o São Paulo conversaram no fim do ano passado para trocar a nomeação do Morumbis para MorumBYD.
Os números colocados na mesa foram: um contrato de pelo menos cinco temporadas -invadindo o centenário do clube-, com média anual fixada em R$ 35 milhões. Em cinco anos, o mínimo proposto, o montante chegaria à casa dos R$ 175 milhões.
As conversas foram mantidas pelo então mandatário, Julio Casares, que tem boa relação com Alexandre Baldy, VP da marca no Brasil. Ambos chegaram a almoçar juntos para discutir o negócio.
Poucas semanas depois, em meio à crise política, institucional e de imagem e ao processo de imepachment que resultou na renúncia de Casares, as conversas foram interrompidas, e a marca ficou de entregar uma resposta em definitivo ao clube. Até aqui, as conversas não foram reatadas.
Casares dedicou seus últimos meses de gestão para reajustar contratos de patrocínio do clube, como as renovações com Ademicon, Superbet e, mais recentemente, New Balance.
Acordo vigente
O contrato entre São Paulo e Mondelez foi assinado no fim de 2023 e tem validade até dezembro.
Os valores do contrato giram em torno dos R$ 75 milhões, rendendo anualmente cerca de R$ 25 milhões.
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