Alimentos tóxicos para cães e gatos incluem chocolate, uvas/passas, cebola, alho, xilitol (adoçante), café, álcool, abacate e macadâmia. Esses itens podem causar vômitos, diarreia, falência renal, anemia e convulsões. Evite dar restos de comida temperada, massas cruas e caroços de frutas, pois oferecem riscos graves.
No caso da ingestão de chocolate, o animal deverá ser levado a uma emergência veterinária para uma avaliação profissional do quadro de saúde.
Festas e comemorações são momentos para se ter ainda mais atenção com os animais de estimação. Mas é preciso resistir e jamais oferecer ovos e bombons para os pets, pois o chocolate faz muito mal à saúde deles.
"Dependendo da quantidade ingerida e do tamanho do animal, os sintomas vão desde vômito, diarreia, taquicardia até convulsões, podendo levar à morte em alguns casos", alerta Vininha F. Carvalho, editora da Revista Ecotour News.
SINTOMAS
Geralmente, os sintomas de intoxicação ocorrem cerca de quatro a cinco horas após o animal consumir o chocolate ou algum alimento que contenha chocolate. "O aparecimento de convulsões significa um prognóstico ruim na maioria dos casos e, muitas vezes, podem resultar em morte", ressalta Vininha F. Carvalho.
Portanto, é importante ficar atento e não deixar barras e bombons em locais acessíveis a cães e gatos. Eles podem se sentir atraídos pelo cheiro, pela embalagem e comerem sem que os tutores percebam. Quem tem filhos pequenos em casa precisa ficar de olho para que eles não alimentem os animais ou que o chocolate seja abocanhado pelo animal de estimação.
"Se a ideia for presenteá-los com guloseimas alusivas à data comemorativa, opte pelas fabricadas com ingredientes próprios para seu consumo. O mercado oferece muitas opções, incluindo chocolates sem cacau e açúcar e petiscos em formato de cenoura e coelho", conclui Vininha F. Carvalho
- Chocolate e café: Contêm teobromina e cafeína, causando agitação, arritmias e convulsões.
- Cebola e alho: Destroem glóbulos vermelhos, causando anemia hemolítica (alho é mais potente).
- Uvas e uvas-passas: Podem causar insuficiência renal aguda.
- Xilitol (adoçante): Encontrado em chicletes e doces, causa queda rápida de açúcar no sangue e falência hepática.
- Abacate: Contém persina, que pode causar distúrbios gastrointestinais.
- Macadâmia e nozes: Podem causar fraqueza, tremores e vômitos.
- Bebidas alcoólicas: Tóxicas mesmo em pequenas quantidades.
- Massa crua com fermento: Pode expandir no estômago e liberar álcool.
- Sementes e caroços (Maçã, Pera): Contêm cianeto.
- Sintomas de intoxicação: Vômitos e diarreia. Apatia ou agitação excessiva. Salivação intensa e tremores. Dificuldade respiratória.
Também é melhor não oferecer

Sabe o que gato e cão não podem comer? Carne crua. É difícil imaginar que ele não possa ingerir esse alimento, já que são carnívoros. Na natureza, eles provavelmente comeriam algo assim.
Porém, a carne crua vendida em supermercados e açougues já foi muito manipulada por muitas pessoas. Portanto, o risco de estar contaminada é grande. Se o pet comer, pode sofrer intoxicação alimentar e contrair uma virose ou verminose.
Ovo cru
Assim como a carne crua, o ovo cru está entre os alimentos que eles não podem comer. Ele também pode estar contaminado, principalmente por bactérias do gênero Salmonella. Quadros de intoxicação podem causar diarreia, vômito, apatia e desidratação. Nesse caso, o felino pode necessitar de suporte médico.
Produtos enlatados
Muitos acham que sardinha, atum e outros peixes enlatados podem ser oferecidos aos bichanos, mas fazem muito mal. Eles contêm uma quantidade muito alta de sódio. Além disso, muitos são temperados - como você já sabe, os condimentos são prejudiciais ao organismo dos gatos.
Açúcar
Petiscos açucarados são alimentos proibidos para gatos e cães. Como o açúcar não tem valor nutricional, oferecê-lo para o gato é sinônimo de colocar o pet sob risco desnecessário. O produto pode causar problemas como diabetes e sobrepeso.
Assim como o açúcar, o pão não tem valor nutricional. Dar um pequeno pedaço ao bigodudo esporadicamente pode não oferecer risco, mas, em excesso, o fermento pode causar problemas digestivos e obesidade.
Alimentos altamente gordurosos podem causar mal-estar estomacal
Assim como alimentos fritos e gordurosos podem ser ruins para as pessoas, eles também podem ser ruins para os cães.
Os alimentos altamente gordurosos podem causar mal-estar estomacal ao cão e também favorecer o surgimento de pancreatite em alguns cães.
Caso ache que o cão possa ter comido algo que não deveria, é crucial consultar o médico-veterinário imediatamente.
Você também deve manter esses alimentos tóxicos fora do alcance do cão para garantir que ele só coma o que seja melhor para ele.
Álcool
Diferentemente dos seres humanos, os rins dos cães não conseguem processar álcool de maneira efetiva, o que pode causar problemas médicos. Água fresca e limpa é sempre o melhor para o cão.
Sementes
Embora elas possam parecer saudáveis, evite dar ao cão nozes para comer. O tamanho delas representa um perigo de asfixia e elas têm muita gordura, o que pode desencadear um mal-estar estomacal em seu pet. Em especial, as sementes de macadâmia mostraram-se altamente tóxicas para cães embora não tendam a resultar em mortes, elas podem fazer o cão sofrer com incapacidade de andar, vômitos, letargia e tremores.
À medida que os cães atingem a idade adulta, a capacidade de digerir laticínios diminui conforme faltam as enzimas para isso. Isso significa que eles podem apresentar sinais de intolerância à lactose caso acabem ingerindo leite, creme ou queijo, como vômitos, diarreia e um mal-estar estomacal.
Mais cacau, mais tóxico
Os chocolates mais escuros e amargos, que contêm maior percentual de cacau, são os mais tóxicos para os animais. No entanto, o chocolate ao leite e o chocolate branco também fazem mal e jamais devem ser oferecidos.
Mas o problema não é apenas essa substância: chocolates contêm altas doses de açúcares e gorduras, que fazem muito mal à saúde dos pets.
No caso da ingestão de chocolate, o animal deverá ser levado a uma emergência veterinária para uma avaliação profissional do quadro de saúde. Como não existe antídoto para a intoxicação por teobrominas, o tratamento se baseia nos sintomas apresentados.
Comentários: