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Menina bauruense enfrenta câncer raro e precisa de ajuda urgente

Maria Júlia Lopes de Souza Sales

Menina bauruense enfrenta câncer raro e precisa de ajuda urgente
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A pequena Maria Júlia Lopes de Souza Sales tem dois anos e, apesar da pouca idade, já enfrenta um grande desafio: lutar pela vida. A bauruense recebeu o diagnóstico de glioma difuso infiltrado – um tipo de câncer raro, agressivo e de rápida evolução que atinge o sistema nervoso central – e a família busca ajuda para arrecadar fundos para o tratamento urgente na rede particular. A doença avança rapidamente e, quanto antes começar, maiores são as chances de cura da Maju.

Os interessados em ajudar na arrecadação para o tratamento da pequena Maria Júlia podem fazer doações através da vaquinha online, disponível no link https://www.vakinha.com.br/6113361. Também há a opção de doar valores através da chave pix: 38022857866.

As diferenças no comportamento da menina foram notadas há cerca de três semanas, conta a mãe Amanda Sales. Começou com uma dificuldade para caminhar, que fazia Maria Júlia mancar, e evoluiu para fraqueza na mão direita, quando a família percebeu que a pequena não conseguia nem segurar a mamadeira. Maju foi levada para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) logo no início dos sintomas, quando nenhuma melhora foi notada, e os profissionais da unidade solicitaram a internação. Após ser transferida para o Hospital da Unesp de Botucatu, uma ressonância constatou a existência do glioma, que é raro em crianças desta idade.

Os médicos que acompanham a menina alertam que a doença exige urgência no tratamento, por se tratar de um tipo de câncer agressivo que avança rapidamente pelo sistema nervoso central. Prova disso é a piora da Maria Júlia na deglutição, que, segundo a mãe, apresenta dificuldade ao engolir líquidos e alimentos sólidos.

A família agora busca arrecadar fundos para o tratamento na rede particular, já que o GRAACC, segundo regulação do Sistema Único de Saúde (SUS), encaminha apenas crianças residentes na capital de São Paulo para consultas; os demais hospitais especializados em tratamento de câncer no Estado não dispõem de estrutura especializada para este tipo de tumor.

FONTE/CRÉDITOS: Jcnet (Por Mavi Bertotti | da Redação)
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