Uma médica ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade Municipal Célia Câmara, em Goiânia (GO), foi denunciada ao Ministério Público Federal (MPF) por orientar funcionários a não conceder alta a pacientes durante o fim de semana das eleições.
Segundo a denúncia, a médica justificou a orientação pela suposta preferência política dos pacientes, afirmando que a maioria seria simpatizante do PT. A mensagem foi enviada na sexta-feira (2) em um grupo de WhatsApp com profissionais da unidade.
Na conversa, a médica também fez referência à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL). No dia anterior, afirmou que quem votasse no número 22 receberia nota 10 no rodízio de medicina.
Não foi divulgado se pacientes que poderiam ser liberados ficaram de fato retidos.
Com informações do Metrópoles
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