O pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que "o mal vai ser expulso do governo do Brasil" e que o país vive uma "guerra espiritual".
A declaração foi feita na Marcha para Jesus, que acontece em São Paulo.
"Vamos orar pelo nosso Brasil, essa guerra é espiritual. Maior resposta que podemos dar ao mal que vai ser expulso do governo do Brasil esse ano", declarou.
O primogênito do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se esquivou, minutos antes de falar no trio, de duas perguntas feitas a ele pela reportagem.
A primeira: se acreditava que as tarifas anunciadas pelo governo dos Estados Unidos têm potencial para prejudicar sua candidatura. O senador se reuniu com Donald Trump dias antes do anúncio e, como vacina para essa ideia já explorada por Lula (PT), seu maior adversário, disse que pediu ao presidente americano que vete a taxação.
Flávio disse que o momento não era para falar de política.
Também não quis responder sobre a preferência de líderes evangélicos por uma chapa que unisse Tarcísio de Freitas e Michelle Bolsonaro. O governador não pode mais concorrer a um cargo que não seja o que já ocupa, por restrições da legislação eleitoral, e Michelle seria uma opção de cabeça de chapa por ora descartada.
Flavio afirmou que estava ali "para orar pelo país", não para falar de política.
"A gente não pode se conformar em seguir padrões, a gente precisa transformar nossa vida e pensamento. Quem veio aqui buscar uma graça? São Paulo é do senhor Jesus. Coisas sobrenaturais acontecerão", disse Tarcísio.
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