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Maioria dos brasileiros responsabiliza Flávio pelo tarifaço

63% disseram acreditar que o tarifaço prejudicará a vida de suas famílias.

Maioria dos brasileiros responsabiliza Flávio pelo tarifaço
Reprodução/Imagem gerada por IA e divulgada no X
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Pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (16) indica que 51% dos brasileiros concordam com a versão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de que Flávio Bolsonaro teve responsabilidade pela imposição das tarifas dos Estados Unidos contra produtos brasileiros. Outros 30% concordam com a versão apresentada pelo senador.

Sobre a motivação das tarifas, 49% dos entrevistados concordam com a avaliação de Lula de que a medida representa retaliação ao Pix, enquanto 33% atribuem a decisão às declarações do presidente brasileiro sobre os Estados Unidos, como sustenta Flávio Bolsonaro.

O levantamento também aponta que 57% dos entrevistados não sabiam da viagem de Flávio Bolsonaro aos Estados Unidos. Entre os que responderam à pergunta sobre sua influência, 58% afirmaram que ele não tem força para convencer o governo americano a rever as tarifas, enquanto 34% acreditam que sim.

Em relação aos impactos econômicos, 63% disseram acreditar que o tarifaço prejudicará a vida de suas famílias, contra 31% que não veem esse efeito.

A pesquisa, encomendada pela Genial Investimentos, ouviu 2.004 eleitores entre os dias 10 e 13 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%.

No X, a publicação de Marco Rubio provocou forte reação de usuários brasileiros, que apelidaram Flávio Bolsonaro de "Tariflávio", e estrangeiros. Entre os comentários, internautas criticaram a justificativa apresentada pelo governo americano e defenderam a soberania do Brasil. "Não iremos entregar nosso Pix nem nossas riquezas. Vocês não mandam aqui", escreveu um usuário. Outro afirmou que os Estados Unidos estariam usando o comércio como instrumento de pressão política contra um país soberano. Também houve críticas pessoais ao secretário de Estado, com mensagens dizendo que ele pretende transformar o Brasil em um "quintal" dos EUA e defendendo que o país mantenha independência nas decisões econômicas.

Com informações do g1.

FONTE/CRÉDITOS: Jcnet
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