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Dupla do RJ é presa após comprar 2 fuzis com documentos falsos

Além dos 2 fuzis, com um carregador cada, policiais civis apreenderam pistola Glock 9 milímetros com quatro carregadores e 84 munições e R$ 822,00 em dinheiro

Dupla do RJ é presa após comprar 2 fuzis com documentos falsos
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Dois homens que, segundo a Polícia Civil são do Rio de Janeiro e vinculados ao crime organizado no estado, foram presos em flagrante, nesta quinta-feira (28), quando tentavam retirar dois fuzis AK 47 adquiridos com documentos falsos em um comércio de armas de fogo em Botucatu. Eles foram autuados por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, uso de documento falso e associação criminosa.

A negociação era monitorada pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) e pela Delegacia Seccional de Botucatu por meio de trabalho de inteligência. Conforme a polícia, os dois suspeitos teriam se utilizado de documentação com muitas inconsistências, falsificadas, para adquirir o armamento pesado. O pagamento foi realizado por meio de depósitos bancários no total de R$ 32 mil e as notas fiscais chegaram a ser emitidas.

"As armas provavelmente foram pagas pelo crime organizado através de ambos criminosos, os quais se identificaram como policiais do Exército Brasileiro, apresentando documentações que aparentemente são falsas. Nesse específico quesito, o Comando do Exército em São Paulo foi contatado e uma equipe está se deslocando para Botucatu a fim de apoiar o trabalho desenvolvido para identificar os criminosos presos", diz.

Além dos dois fuzis, com um carregador cada, os policiais civis apreenderam com a dupla uma pistola Glock 9 milímetros com quatro carregadores e 84 munições do mesmo calibre, R$ 822,00 em dinheiro, um carro Ford Edge e sete certificados de registro de armas aparentemente falsos. Os dois homens, que não tiveram os nomes divulgados, foram conduzidos à sede da DIG e permaneceram presos, à disposição da Justiça.

A Polícia Civil informou que as investigações continuam a fim de identificar as ramificações da quadrilha e a origem dos valores usados na aquisição do armamento pesado. "Contatos foram realizados com o DEIC (Departamento Estadual de Investigações Criminais) de São Paulo a fim de cruzar informações sobre outros crimes ocorridos nessas circunstâncias para confronto nas investigações", revela a corporação.

FONTE/CRÉDITOS: Jcnet
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