Os Certificados de Depósito Bancário (CDBs) do Banco Digimais, instituição ligada a Edir Macedo, estão no centro de uma investigação da Polícia Federal. A carteira desses títulos passou de R$ 694 milhões em 2017 para R$ 8,5 bilhões em 2025, alta de 1.130%.
A PF apura suspeitas de gestão fraudulenta, inserção de dados falsos em demonstrações contábeis e operações de crédito irregulares. A Justiça autorizou buscas e apreensões, além da quebra de sigilos fiscais e bloqueio de bens.
A PF aponta ainda possível uso do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para sustentar a captação, transferindo riscos ao sistema financeiro. Os CDBs eram distribuídos por instituições como XP, BTG Pactual, Nu Invest, Itaú Corretora, Inter e Ágora.
Com informações do Metrópoles.
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