Vice-campeã da Copa do Mundo de 2026, a Argentina quebrou recordes e atingiu marcas simbólicas na campanha deste ano, a começar pela quarta medalha de prata.
Com o resultado contra a Espanha neste domingo (19), os argentinos igualaram os alemães -até então o único país que tinha ficado com quatro vices em Mundiais da Fifa.
A Alviceleste "bateu na trave" nas edições do Uruguai (1930), da Itália (1990), do Brasil (2014) e dos Estados Unidos/Canadá/México (2026).
A tetracampeã Alemanha, país que mais chegou a finais, foi vice na Inglaterra (1966), na Espanha (1982), no México (1986) e no Japão/Coreia do Sul (2002). Ganhou quatro: Suíça (1954), Alemanha (1974), Itália (1990) e Brasil (2014).
O segundo lugar da Argentina foi alcançado com sete vitórias e apenas uma derrota, diante da Espanha na partida mais importante. Os argentinos não chutaram a gol no primeiro e no segundo tempo da decisão.
Mas o ataque vice-campeão igualou os números da seleção brasileira de 1970, comandada por Mario Zagallo e tricampeã no México.
Foram 19 gols marcados pelos alvicelestes nesta edição. Desses, nove foram anotados na etapa complementar, oito deles após os 30 minutos.
Messi foi autor de oito gols e quatro assistências. O camisa 10 deve se despedir das Copas do Mundo neste ano, mas não sem antes ter superado grandes nomes do futebol mundial.
Nos passes distribuídos para que os companheiros marcassem, Messi ficou na vice-liderança do torneio, atrás do francês Michael Olise (7).
Na história das Copas, o camisa 10 argentino bateu mais um recorde, deixando Pelé (9) e o alemão Fritz Walter (10) para trás, chegando a 12 assistências.
Na final, contudo, que deve ser o último jogo em Copas, Messi pouco fez.
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