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Aldeias indígenas e escola recebem curso sobre os sinais do AVC

Com atividades lúdicas, o Fast Heroes ensina a identificar alterações que podem indicar um AVC e reforça a necessidade de acionar o atendimento de urgência

Aldeias indígenas e escola recebem curso sobre os sinais do AVC
Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo/Divulgação
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Avaí - A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES) iniciou nesta quarta-feira (28) uma ação para ensinar crianças e adolescentes de Avaí a reconhecer os sinais de um acidente vascular cerebral (AVC) e pedir ajuda imediatamente. As atividades são realizadas em parceria com a Prefeitura de Avaí, Fundação para o Desenvolvimento Médico e Hospitalar (Famesp), Secretaria de Saúde Indígena (Sesai), e Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo (Cosems), além do programa Fast Heroes, e têm continuidade nesta quinta-feira (28).

A programação atende participantes de 5 a 14 anos das aldeias Kopenoti, Ekeruá, Nimuendaju e Tereguá, na Terra Indígena Araribá, além de alunos da Escola Municipal Professora Elza de Oliveira Antônio.

Com atividades lúdicas, o Fast Heroes ensina a identificar alterações que podem indicar um AVC e reforça a necessidade de acionar o atendimento de urgência. A proposta também é levar esse conhecimento às famílias, por meio do que as crianças aprendem e compartilham em casa.

A programação é dividida em sessões de treinamento de uma hora, onde as crianças conhecem três super-heróis inspirados nos sinais do AVC: Vovô Simão (Sorriso), Vovô Bruno (Braço) e Vovó Fiona (Fala).

Como em toda história, há um antagonista: o vilão Coágulo, enfrentado por Tiago (Tempo), neto dos heróis, que reforça o passo decisivo ao suspeitar de um AVC: ligar para o 192, serviço do Samu.

Entre os sinais de alerta, estão dificuldade repentina para falar, assimetria no rosto, como boca torta, e perda de força em um dos lados do corpo. Diante de qualquer um desses sinais, a orientação é buscar atendimento de urgência imediatamente.

"É fundamental saber identificar qualquer sintoma, por mínimo que seja, como dificuldade em falar ou dormência", afirma Fabíola Yamamoto, diretora do Departamento Regional de Saúde de Bauru (DRS VI).

As atividades também abordam fatores de risco e medidas de prevenção do AVC, com linguagem adequada à faixa etária dos participantes. Nas aldeias, a programação respeita a cultura, os costumes e a organização de cada comunidade, seguindo as orientações das autoridades e dos profissionais responsáveis pela saúde indígena.

FONTE/CRÉDITOS: Jcnet
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