O ex-líder religioso Paul Nthenge Mackenzie, preso no Quênia por envolvimento na morte de 429 pessoas em um ritual em massa, foi acusado pelo Ministério Público de mais 52 mortes após a descoberta de uma nova vala comum no Condado de Kilifi.
Segundo as autoridades, as investigações indicam que Mackenzie teria contratado criminosos armados para matar seguidores que tentavam deixar a seita. Um cúmplice já se declarou culpado por 191 mortes. O religioso continua preso e enfrenta acusações de homicídio, radicalização e participação em organização criminosa.
*Com informações do BBC
FONTE/CRÉDITOS: Jcnet
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