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CPI mira Banco Master e STF: 'Lavanderia de dinheiro sujo'

O relator da CPI, senador Alessandro Vieira, confirmou a intenção de apresentar pedidos de quebra de sigilo de empresas supostamente ligadas a ministros.

CPI mira Banco Master e STF: 'Lavanderia de dinheiro sujo'
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A CPI do Crime Organizado deverá incluir investigações sobre o caso Banco Master e possível conexão com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). O relator da CPI, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), confirmou a intenção de apresentar pedidos de quebra de sigilo de empresas supostamente ligadas a Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.

A motivação é a percepção de que o caso Banco Master configura crime organizado com reflexos em diferentes esferas do poder. Vieira afirmou que o banco teria funcionado como uma "grande lavanderia de dinheiro sujo" e fonte de financiamento para diversos atores - políticos ou não.

Em dezembro de 2025, o ministro Dias Toffoli já havia decidido que a investigação sobre o Banco Master deveria tramitar no STF, e não na Justiça Federal, devido à citação de um deputado federal no processo, o que garante foro privilegiado na Suprema Corte. Essa decisão anterior já colocava o caso num patamar de alta sensibilidade política e judicial.

As investigações conduzidas pela Polícia Federal, por meio da Operação Compliance Zero em novembro de 2025, miraram o banqueiro Daniel Vorcaro e outros acusados por suposta concessão de créditos falsos pelo Banco Master, incluindo a tentativa de compra da instituição pelo BRB (Banco de Brasília). As fraudes apuradas podem atingir R$ 17 bilhões.

FONTE/CRÉDITOS: Jcnet
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