A revista Forbes divulgou nesta quinta-feira (28) sua tradicional lista dos bilionários brasileiros. Em sua 13ª edição, o levantamento aponta 300 nomes com patrimônio superior a R$ 1 bilhão e mostra a força de setores como tecnologia, bancos e consumo no cenário nacional.
Pelo segundo ano consecutivo, Eduardo Saverin, cofundador do Facebook, aparece no topo do ranking. Nascido em São Paulo e atualmente residente em Singapura, o empresário viu sua fortuna saltar 45,5% em apenas um ano, chegando a R$ 227 bilhões. O avanço foi impulsionado principalmente pela onda de investimentos ligados à inteligência artificial. Saverin segue como acionista da Meta e também atua no mercado de venture capital.
Expansão das fortunas
O ranking de 2025 traz um retrato da concentração de riqueza no país:
- Homens: 240 nomes, com patrimônio conjunto de R$ 1,68 trilhão;
- Mulheres: 60 bilionárias, somando R$ 343,7 bilhões.
Mais da metade (56,3%) dos bilionários viram seus patrimônios crescerem no último ano, enquanto 20,6% tiveram perdas. A edição também registrou 31 novos integrantes que alcançaram, pela primeira vez, o status de bilionários.
Os 10 maiores bilionários do Brasil em 2025
O ranking da Forbes mostra os seguintes nomes no topo:
- Eduardo Saverin (Facebook/Meta) – R$ 227 bilhões (+45,5%);
- Vicky Safra e família (Banco Safra) – R$ 120,5 bilhões (+9,4%);
- Jorge Paulo Lemann (AB Inbev/3G Capital) – R$ 88 bilhões (-4,2%);
- André Esteves (BTG Pactual) – R$ 51 bilhões (+56%);
- Fernando Roberto Moreira Salles (Itaú/CBMM) – R$ 40,2 bilhões (+4,5%);
- Carlos Alberto Sicupira (AB Inbev/3G Capital) – R$ 39,1 bilhões (-20,8%);
- Pedro Moreira Salles (Itaú/CBMM) – R$ 38 bilhões (+5,1%);
- Miguel Krigsner (O Boticário) – R$ 34,2 bilhões (+19,2%);
- Alexandre Behring (3G Capital) – R$ 31 bilhões (-11,1%);
- Jorge Moll Filho (Rede D’Or) – R$ 30,4 bilhões (+119,1%).
A nova edição da Forbes confirma tendências globais: tecnologia segue como motor de fortunas, enquanto setores tradicionais como bancos, bebidas e saúde continuam relevantes. O Brasil mantém, assim, um número expressivo de bilionários em comparação a outros países emergentes.
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